O alívio pelo qual passamos ao saber que conseguimos uma vaga na universidade vem acompanhado de porpostas para mudarmos de vida, não necessariamente em questões econômicas, e um melhor relacionamento social e na capacidade de pensamento apropriado ao relacionamento social e na capacidade de momento vivido.
Às vezes ultrapassamos nossos limites de paciência rapidamente, e o interessante é que ninguém tenta nos compreender, ninguém chega para “jogar conversa fora”, ninguém aparece para servir de psicólogo, ninguém faz nada por nós. E como seremos considerados alguém tendo “ninguém”? A Universidade nos dá condições de reverte esta situação; nela agente conhece muitas pessoas de personalidade e vontades diferentes, vontades essas que estão próximo ás nossas, quem sabe, ser e ter amigos.
Ao adentrarmos em uma instituição de nível superior é necessário que tenhamos em mente o objetivo da universidade: formar cidadãos críticos. Logo é evidente que esta criticidade terá de ser utilizada de forma adequada, pois, se estamos produzindo trabalhos acadêmicos que a exploremos bastante, mas utilizarmos de nossos conhecimentos e capacidades de julgamento para pôr defeito nas coisas de outras pessoas e acharmos para pôr defeito nas coisas de outras pessoas e acharmos que as nossas são mais defecais e de maior rendimento é infantilidade.
Muitos acham que a formatura é o elo para garantir um emprego e esquecem que a vida Universitária é muito mais gratificante que o salário que poderemos receber, é o tempo mais bem vivido de nossas vidas, é a vida se renovando e deixando excelentes lembranças, é o caminho que todos precisam percorrer.
Observação: O autor não quis se identificar.
Responsáveis: Ivana Santos e Jamile Rodrigues
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
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