O ato de responder a um questionamento não deve ocorrer somente pela coerência que pede o emissor da mensagem ao formular um questionamento. É preciso compreender o respeito e o dever de atribuir concisão e objetividade a resposta. Se muitas vezes usamos o silêncio, a omissão ou respostas imprecisas e fantasiosas, não só estamos fugindo ao dever de responder o questionamento, como também conseguimos criar no receptor da mensagem o sentimento de duvida.
PARA TUDO! Antes de prosseguir com os fatos, vamos degustar de alguns elementos que nos levam a esse sentimento. FICOU CURIOSO? Ainda tem duvidas sobre quais sentimentos são esses? BINGO!!! Acertou quem pensou na DUVIDA.
Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? A zebra é branca com listras pretas ou preta com listras brancas? Para todas as perguntas embaraçosas como essas, ficam claros os ônus de uma resposta mal formulada, e é lá na frente que esse sentimento transforma-se em raiva, pois o receptor não absorveu objetividade ou obviedade da resposta:
“_ Mãe a senhora mentiu para mim. _ Nasci de sua barriga quando ainda era sementinha e não de uma cegonha; nem tenho bico de cegonha. _ chorou o garoto.”
Bem leitor, se a mãe do garoto ficou em maus lençóis com a revolta do filho, imagine o que será de nos se cada vez que questionados ou quando questionarmos nos acharmos no direito de emitir respostas cabeludas, sem pé nem cabeça, ou pior, nos abstivermos à resposta mesmo sabendo que no curso natural das coisas haverá sempre a insatisfação de uns ou obviedade daqueles que se negam as resposta, seja porque as informações não são verdadeiras ou porque não quer verter verdade que precisam permanecer intactas.
A melhor receita para uma má resposta é a insistência. Ela deve existir à medida que as respostas não correspondem à realidade da mensagem nem ao cenário onde desencadeiam os fatos que levam até a elaboração do questionamento. É preciso também que a insatisfação do receptor o impulsione a insistir em melhores respostas ou dados que apontem à veracidade da resposta.
PARA TUDO! Antes de prosseguir com os fatos, vamos degustar de alguns elementos que nos levam a esse sentimento. FICOU CURIOSO? Ainda tem duvidas sobre quais sentimentos são esses? BINGO!!! Acertou quem pensou na DUVIDA.
Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? A zebra é branca com listras pretas ou preta com listras brancas? Para todas as perguntas embaraçosas como essas, ficam claros os ônus de uma resposta mal formulada, e é lá na frente que esse sentimento transforma-se em raiva, pois o receptor não absorveu objetividade ou obviedade da resposta:
“_ Mãe a senhora mentiu para mim. _ Nasci de sua barriga quando ainda era sementinha e não de uma cegonha; nem tenho bico de cegonha. _ chorou o garoto.”
Bem leitor, se a mãe do garoto ficou em maus lençóis com a revolta do filho, imagine o que será de nos se cada vez que questionados ou quando questionarmos nos acharmos no direito de emitir respostas cabeludas, sem pé nem cabeça, ou pior, nos abstivermos à resposta mesmo sabendo que no curso natural das coisas haverá sempre a insatisfação de uns ou obviedade daqueles que se negam as resposta, seja porque as informações não são verdadeiras ou porque não quer verter verdade que precisam permanecer intactas.
A melhor receita para uma má resposta é a insistência. Ela deve existir à medida que as respostas não correspondem à realidade da mensagem nem ao cenário onde desencadeiam os fatos que levam até a elaboração do questionamento. É preciso também que a insatisfação do receptor o impulsione a insistir em melhores respostas ou dados que apontem à veracidade da resposta.
Urubu, 27 de maio de 2007.
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