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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Aguardem! Na próxima Edição (ed. 02 – Agosto/Setembro):

A entrevista com o Professor Marcelo Ennes. Tudo que você queria saber sobre o Professor Doutor do Núcleo de Educação da UFS/Itabaiana. E você pode participar!

(Para enviar perguntas e sugestões o E-mail do Jornal está sempre à disposição
jornaldocampus_se@hotmail.com ou se preferir deposite na urna do jornal na biblioteca do campus UFS/Itabaiana)

Música (1)

Legião Urbana - I Parte

Uma historia com filosofia de vida



No turbulento final dos anos 70, uma turma de Brasília que adorava “Punk Inglês” e poesia, engajada politicamente, se interessou também por musica. Essa foi a arma usada para ajudar na mudança dos padrões sociais, econômicos e políticos que precisam ser modificados no Brasil. Um deles era um rapaz inteligente, líder nato, que figurava como porta voz dessa juventude nem um pouco alienada dos anos 80. Renato Russo tinha uma banda, o “Aborto Elétrico”, que quando se dissolveu devido a grande amizade, separou canções. Enquanto uma se tornava “Capital Inicial”, outra a “Plebe Rude”. A dele, junto a Dado Villa-Lobos (guitarrista) e Marcelo Bonfá (Baterista), tornou-se a Legião Urbana, nos ido de 83. Em 85, com o apoio de Renato Rocha (Negrete) no baixo, o 1º disco surgia com o estouro de canções autênticas como “Será”, “Índios” e “Geração Coca-cola”.

É para homenagear a Legião Urbana e varias outras bandas, que o Jornal lançará nas próximas edições uma series de documentários sobre vários grupos musicais. Envie sua sugestão (jornaldocampus_se@hotmail.com ) pode ser qualquer estilo musical.

Colaboração: Grupo Legionário de Aracaju e Região - GLAR
Fundadores: Diego C.D. e Denis Dantas

Fonte: Livro Renato Russo de A a Z, Rock Extra (ed. Scorpion), Homenagem Extra (ed. Imprima).

Anúncios Matinais

Estou só
Mas tenho da minha janela todas às vezes do universo.

O grito do louco, incompreendido-
que perdeu o sentido da essência.
E quem sabe se soubesse por que grita, talvez calasse,
Talvez morresse...

A brincadeira inocente:
Uma bate, a outra apanha.
Uma chora, a outra ri...
A boneca e sua infanta!
Os sons gatos sapato da sonhadora passante,
atravessando (mais uma vez) a “passarela do Amor,”
que lhe encurta o caminho
e aumenta a vil esperança...

..............................................................................


O movimento volúvel dos galhos das árvores.
Nunca sabem a quem dirige os oferecidos acenos;
se são válidos ou falhos...
Nisso, o uivo ensurdecedor de vento anuncia o mau tempo.
E o felino, enfurecido, a terra arranha.
Fecho a janela.
Tarde, demais!
O pólen da flor já havia entrado
E o sentido o frio do assoalho de mármore no qual me sustento.

Não estou mais tão só ... agora a morte também acompanho.

Oscilene Souza,
Funcionaria da secretaria da UFS e Poetisa

1ª Copa de Futsal UFS / Itabaiana

A primeira competição esportiva ocorrida no campus da UFS de Itabaiana foi a copa organizada pelo prof. Msc. Samuel Canavari do Núcleo de Matemática. Desta copa participaram cinco equipes formadas a partir núcleos (Geografia, matemática, química, Ciências Contábeis e Física) e um com participação de estudantes de vários cursos denominados “republica” (por residirem justamente em republica estudantil). Tendo destaque as três equipes vencedoras, Química (1º lugar), Geografia (2º) e Ciência Contábeis (3), as Equipes do curso de Química alem de consagrada a grande campeã, terminou a copa invicta e ainda com o maior saldo de gols.

Concurso para colunista

Se você leitor do jornal do campus, deseja ser colunista em uma de nossas seções, a sua chance chegou!

Quem pode se inscrever?

Resposta:
qualquer estudante universitário, ou graduado que estudou ou estuda no Estado de Sergipe, seja ele da rede pública ou particular, (exclusive dos cursos á distância).
Das três vagas pelo menos uma será de exclusividade do campus professor Alberto carvalho da Universidade Federal de Sergipe.

Quando posso me inscrever?

R: na data seguinte da publicação do jornal (se você estiver com o jornal do campus – 1º edição – em mãos já poderá se escrever), até o dia 30/07/07.

Como se inscrever?

R: o estudante ou graduado que quiser efetuar sua inscrição no concurso, deve escrever 03(três) artigos, contendo no mínimo meia pagina (fonte: 12) e no máximo uma pagina e meia, para o jornal do campus. A inscrição será feita através da diretoria do jornal Fone: (9952 1185 ou 9958 1583) e também pelo e-mail: jornaldocampus_se@hotmail.com.
No ato da inscrição por e-mail, escreva no inicio de cada artigo seu nome completo, telefone residencial e o endereço eletrônico do candidato.

Como será feito à escolha?

R: todos os artigos serão avaliados por uma comissão de 07 professores universitários e por 07 membros do Conselho Editorial do JORNAL DO CAMPUS que darão uma nota para cada artigo, que vai de 05 a10 pontos. As três maiores notas, tanto dos docentes quanto dos discentes membros do Conselho Editorial do jornal, serão as únicas consideradas, o resultado será divulgado na edição seguinte do jornal.

O que ganha?

R: além de participar de um belíssimo projeto, você terá a chance de ter um trabalho (artigo) publicado no jornal. Serão milhares de exemplares distribuídos bimestralmente em vários campus universitários de Sergipe. Não haverá remuneração, o trabalho deverá ser voluntário, no entanto, terá a oportunidade de mostrar sua criatividade e potencial.


Professores Convidados para a banca examinadora:
*Prof. Dr. Marcelo Ennes (núcleo de Educação)
*Prof. ª Ms Gicélia Mendes (Núcleo de Geografia)
*Prof.ª Dra. Josefa Lisboa (Núcleo de Geografia
*Prof. Dr. Walter S. D. Folly (Núcleo de Física)
*Prof. Dr. Cláudio Ubiratan (Núcleo de Geografia)
*Prof. Ms. Celso Cruz (Núcleo de Letras)
*Prof. Dr. Maria Batista (Núcleo de Educação)

*Professores do Campus Prof. Alberto Carvalho da Universidade Federal de Sergipe (UFS) - Itabaiana.


Responsáveis: Jonas “Urubu” e Junior Alves

II OCMEA - Oficinas de Ciências, Matemática e Educação Ambiental

6 de Junho de 2007, Campus Prof. Alberto Carvalho (UFS), Itabaiana - Sergipe

O que é a OCMEA?

É um conjunto de oficinas de ciências, Matemáticas e educação Ambiental (OCMEA) a serem ofertadas para os(as) alunos(as) da educação básica pública. Está é a primeira de algumas ações que serão desenvolvidas pelo Campus Alberto Carvalho – UFS junto aos(as) alunos(as) da Educação Básica. Ela será composta por varias oficinas de ciências que serão oferecidas a estes alunos(as). As OCMEAs têm como objetivos de refletir o papel da ciência para o desenvolvimento do país, aprofundar conceitos trabalhados na Educação Básica e permitir que os (as) acadêmicos (as) do Campus Professor Alberto Carvalho contribuam para o enriquecimento cultural e cientifico dos (as) alunos (as) da Educação Básica de Itabaiana.





UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
CAMPUS ALBERTO CARVALHO
ITABAIANA
Reitor: Prof. Dr. Josué Modesto dos Passos Sobrinho

Pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários: Prof. Msc. Ruy Belém de Araújo

Diretor do Campus Profº Alberto Carvalho: Prof. Dr. Francisco Sandro R. Holanda

Coordenadores da OCMEA: Profª. Msc. Edinéia T. Lopes
e Prof. Msc. Samuel da C. Canevari


Entre as várias vamos retratar uma que chamou atenção do público no evento. Esta é do curso de Química, com o tema: Teor de álcool em algumas amostras de gasolina, cujos mediadores foram, Danilo Oliveira Santos, Isaías Silva Santos e Kathamânia Vanessa Rezende de Santana. O objetivo desses universitários foi estudar a qualidade da gasolina comercializada em alguns postos. alguns teste foram propostos para observar a qualidade do combustível e, foi comparado o seu teor de álcool no composto. A agência que regulamenta o setor a ANP (Agencia Nacional do Petróleo) determina que o limite máximo permitido de álcool adicionado à gasolina é de 23%, porém as amostras apresentaram índices acima do permitido por lei (tiveram quase teores próximos a 30% de álcool).
Um experimento simples é usar aquele famoso copo branco de plástico bem mole. Colocando um pouco de gasolina nesse copo, ele deve se desmanchar em poucos segundos. Quanto mais rápido, isto é, em até um minuto, melhor o combustível. Se o copo resistir por mais de um minuto, a gasolina foi adulterada. “Existem vários testes para verificar a qualidade do combustível, um eficiente e pratico é esse do copo” afirma Danilo, estudante de Química e um dos mediadores da oficina. Para tanto, caso você desconfie da atual perda de rendimento de seu veículo ou o seu auto consumo, faça o teste. É muito mais barato e simples e oferece poucos riscos.






Fotos do evento: (http://www.flickr.com/photos/11059559@N03/sets/72157601263280672/)

Colaboração: Prof.ª Ms. Gicélia Mendes e O estudante de Química Danilo Oliveira

Garota do CAMPUS - Junho/Julho

Luna Clayane






Nome: Luna Clayane Meneses Silva
Natural de: Ribeirópolis
Curso: GEOGRAFIA (UFS/Itabaiana)
Ano: 20006/2
Idade: 19
Signo: Capricórnio
Altura: 1,75
Peso: 58
Olhos: azuis
Cabelos: Loiros
Hobby: Passear (conhecer lugares diferentes)
Filme: Tristão e Isolda
Musica: todas de Ana Carolina
Ídolo: Minha mãe
Esporte: Natação

Uma frase: “A tempo de sorrir, de chorar, de brincar, de ser serio, de amar, de esbravejar... Só não a tempo de desistir!”

Homem Ideal: Sincero e fiel
Livro: Por Que Os homens Choram e As Mulheres Riem
Local paisagístico preferido: Praias (Porto de Galinhas-PE)
Melhor momento da vida: Uma Viagem que fiz durante meus 15 anos

Rapidinhas (“uma Palavra”)

O curso: Surpreendente e Instigante
O Campus: Organizado
Os colegas: Maravilhosos
Os professores: “Perfeitos”
A direção do Campus: Sincera
A família: Unida

Deus: Fortalecedor
A vida: Carpe diem
O mundo atual: Conturbado
A violência: Próxima da gente
O desrespeito: Inaceitável

Namoro: OFF no momento!
O amor: Essencial
Felicidade: é conquistada a cada dia
Esperança: É a última que morre
Força de vontade: Constante
Os amigos: inseparáveis

Mensagem aos leitores do Jornal:
Podemos enganar o mundo, esconder-se por trás das aparências, mas jamais conseguimos enganar ou nos esconder de nossa consciência... Não deixem seus sonhos para depois, lutem pelos seus objetivos, e não queira ser igual à outra pessoa, pois estás desprezando a grande pessoa que tu és.

VÍDEO


Responsáveis: Ivana Santos e Jamile Rodrigues

WORKSHOP: CONSTRUIR CAMINHOS! COMPARTILHAR PROJETOS!

UFS - ITABAIANA / SE
2007

I. APRESENTAÇÃO

O workshop “Construir caminhos! Compartilhar projetos!” consiste num conjunto de atividades voltadas ao planejamento das atividades ensino, pesquisa, e à gestão do Campus Prof. Alberto Carvalho.
O workshop foi concebido a partir da percepção da necessidade da institucionalização de iniciativas que visam definir a curto, a médio e em longo prazo atividades voltadas a sua consolidação e a busca de sua excelência acadêmica.
A realização do evento parte do pressuposto de que o futuro do Campus Prof. Alberto Carvalho depende de iniciativas de vários responsáveis e em diferentes níveis. Nesse sentido, entende que seu corpo social, formado por docentes, alunos, dirigentes e pessoal-técnico administrativo, possui responsabilidades e por isso, deve organizar-se para assumi-las.
As atividades desenvolvidas durante o Workshop obedecerão ao princípio da participação pró-ativa, ou seja, considerando as necessidades presentes e futuras, devemos nos antecipar em relação às dificuldades e oferecer soluções de modo não aleatório e improvisado.

II. JUSTIFICATIVAS

A recente implantação do Campus Alberto Carvalho da Universidade Federal representa uma grande conquista para aqueles que compartilham da idéia de que a Universidade Pública deve ser acessível a um número maior de brasileiros e que esse acesso deve ter caráter inclusivo do ponto de vista social.
Essa conquista, no entanto, não é definitiva. Como parte de política de governo (talvez seja prematura falar em política de Estado), o atual processo de expansão do sistema federal de educação superior pública está vulnerável às mudanças políticas. Mesmo que essas circunstâncias estejam fora e acima de nossa capacidade de intervenção, acreditamos que exista um espaço a ser ocupado de modo contundente.
Além disso, não podemos deixar de reconhecer que o futuro do Campus Alberto Carvalho depende também daquilo que estamos fazendo e do que faremos nos próximos anos.
Nesse contexto, entendemos que encaminhamentos individuais e isolados são importantes, mas, também, insuficientes e que, portanto, necessitamos de iniciativas voltadas à institucionalização de um projeto político-acadêmico voltado à consolidação do Campus em direção à sua excelência.
III. OBJETIVOS

- Geral:
• Contribuir para a institucionalização do projeto político-acadêmico voltado a consolidação e a excelência do Campus Prof. Alberto Carvalho e dentro da perspectiva da inclusão social.
- Específicos:
• Apresentar, discutir e encaminhar propostas nos campos do ensino; da extensão; da pesquisa; e da gestão e participação,
• Apresentar, discutir e encaminhar propostas no campo das relações institucionais (relações entre o Campus, órgãos governamentais, não governamentais, empresas privadas e sociedade civil organizada).

Colaboração: Prof. Dr. Marcelo Ennes

VAI ACONTECER

Na próxima edição do Campus uma importante entrevista com o Diretor do Campus Universitário Prof. Alberto Carvalho (“Campus Itabaiana da UFS). O direto, prof. Dr. Sandro Holanda, vai falar um pouco sobre a sua administração. Quer participar da entrevista? Escreva e mande sua pergunta. O Jornal do Campus já têm algumas perguntas, confira:

Entrevista com o diretor do Campus da UFS / Itabaiana
1-O que representa esse programa de expansão universitária do governo federal a nível nacional e como ela se aplicou ao estado de Sergipe, e quais as reais prioridades ou potencialidades foram avaliadas para que o primeiro campus dentro do programa de expansão da UFS viesse para Itabaiana?
2-Sabendo das precariedades estruturais do campus Alberto Carvalho, como o senhor se posiciona frente à impossibilidade de os discentes terem acesso à pesquisa, ensino e extensão?
3-Quando a comunidade acadêmica e civil vai poder receber o campus universitário consolidado enquanto estruturas físicas, laboratoriais...? Quais as políticas de expansão para o próprio campus?
4-Diante do grande fluxo de migração discente de outras localidades para estudarem no campus de Itabaiana, como fica assistido o direito desses alunos à inserção das políticas de assistência estudantil? Resun (Restaurante Universitário), moradia universitária.
5-Como o senhor avalia a sua gestão, e quais os desafios e metas para o futuro.

Responsáveis: Jonas “Urubu” e Junior Alves
(Para enviar perguntas e sugestões o E-mail do Jornal está sempre à disposição jornaldocampus_se@hotmail.com ou deposite na urna do jornal na biblioteca do campus UFS/Itabaiana)

Música 2: EMOLIZAÇÃO

Seja-lhe o termo estranho ou cansativamente conhecido, os emos estão ao seu redor. Como em todas as épocas, modas urbanas surgem em decorrência de um processo histórico-cultural. Outrora hippies, punks, metaleiros e até “boybanders” mantiveram-se por longo tempo, influenciando principalmente jovens desde manifestações artísticas a atos político-sociais.
Para os que ainda são leigos no tema, a palavra emo tem um histórico, do qual, embora a teoria de sua origem possa não ser de toda verídica, cabe-nos aqui mencionar. Crê-se que o processo que iniciou essa moda urbana foi senão a derivação musical do Hardcore: o Emotional Hardcore. Diferente do primeiro, o Emotional aderiu à “sonzeira pesada” (marca do Hardcore) guitarras mais leves, batidas mais lentas e um inconfundível lirismo. Com o tempo, o termo foi sintetizado à “Emocore” e o ritmo uniu-se a vários outros, principalmente ao punk e ao indie. Não se sabe exatamente como o vocábulo “emo” surgiu. Fora a teoria da abreviação de emocore para emo, diz-se que um fã em um show gritou “you’re emo” (você é emo) — inda que muito improvável, não descartemos a hipótese.
A grande probabilidade de este estilo musical ter vingado deve-se ao seu sentimentalismo exacerbado. Suas letras pessimistas, por vezes, extremamente depressivas, ao mesmo tempo refletem e agradam a geração de jovens hodierna: perdida no capitalismo, na globalização e na desestruturação familiar. Por esses motivos, acreditamos que seja reducionismo pensar que os emos sejam apenas pessoas sensíveis que possuem adoração por choro e suicídio — fatores que pensam serem motivos para dúvida de sexualidade — uma vez que são na verdade, em grande maioria, jovens confusos, sem personalidade que sofrem de depressão e têm tendência à bipolaridade. Com tantos traumas psicológicos não é difícil entender porque letras como “desculpe, eu não posso ser perfeito” e “eu só quero viver, não vou escutar o que as pessoas comentarão” tenham feito tanto sucesso.
A mídia fonográfica interessou-se pela grande estratégia de marketing (a emolização) que Lou Pearlman jamais descobrira ou a filosofia de vida que John Lennon e Yoko Ono não seguiram, fazendo disto (ou ainda mais) um objeto de vendas capaz de fazer com que milhares de jovens substituíssem seus ídolos coloridos do pop por franjas sobre os olhos, meias coloridas, pó branco, lápis de olho preto e, claro, suspensórios.
Um fato importante de ser ressaltado é o preconceito contra emos que acontece. Enquanto a humanidade grita aos quatro cantos como evoluiu e se desprendeu de valores antigos, tudo no mundo parece ser emo vs. anti-emo, ou você é ou não é, ou 8 ou 80, ou você escuta ou você odeia. O curioso é que esse tipo de perseguição contra correntes já se repetira várias vezes e que os perseguidores atuais (roqueiros, punks, “poppers” e até pagodeiros) já sofreram o mesmo. Paira no ar a dúvida de quando que a humanidade aceitará o novo sem discriminá-lo.
Sem a intenção de provocar esteriótipos, seguem aqui classificações de correntes emoísticas de teor apenas descritivo:
• Emoidade: processo pelo qual púberes em conflitos psicológicos recorrem à moda com finalidade de tentarem ser compreendidos em letras melódicas. Ligam muito mais para a música, letras e ideologia do que para a aparência exótica.
• Emodismo: conhecidos também como “emos-de-shopping”, esses são os mais odiados. São os causadores do esteriótipo emoístico. Adotam as roupas negras e penteados extravagantes, além de uma característica bastante peculiar: passam mais tempo em shopping centers do que em qualquer outro ambiente, embora não comprem, não trabalhem e nem se relacionem lá. São acusados de fakers (falsários). Mesmo os não-emos vêem que o problema não é ser emo em si, mas querer parecer/ser um a todo custo.
• Anti-emoísmo: combatedores da moda urbana, não aceitam quaisquer explicações sobre seus alvos, apenas os perseguem em sites de relacionamento, bem como utilizam camisas, entre outros acessórios, que incitam a violência contra os emos.

Colaboração: Diogo Rafael Lemos
Letras – UFS/Itabaiana
Responsáveis: Jonas “Urubu” e Junior Alves

Portas Abertas

O alívio pelo qual passamos ao saber que conseguimos uma vaga na universidade vem acompanhado de porpostas para mudarmos de vida, não necessariamente em questões econômicas, e um melhor relacionamento social e na capacidade de pensamento apropriado ao relacionamento social e na capacidade de momento vivido.
Às vezes ultrapassamos nossos limites de paciência rapidamente, e o interessante é que ninguém tenta nos compreender, ninguém chega para “jogar conversa fora”, ninguém aparece para servir de psicólogo, ninguém faz nada por nós. E como seremos considerados alguém tendo “ninguém”? A Universidade nos dá condições de reverte esta situação; nela agente conhece muitas pessoas de personalidade e vontades diferentes, vontades essas que estão próximo ás nossas, quem sabe, ser e ter amigos.
Ao adentrarmos em uma instituição de nível superior é necessário que tenhamos em mente o objetivo da universidade: formar cidadãos críticos. Logo é evidente que esta criticidade terá de ser utilizada de forma adequada, pois, se estamos produzindo trabalhos acadêmicos que a exploremos bastante, mas utilizarmos de nossos conhecimentos e capacidades de julgamento para pôr defeito nas coisas de outras pessoas e acharmos para pôr defeito nas coisas de outras pessoas e acharmos que as nossas são mais defecais e de maior rendimento é infantilidade.
Muitos acham que a formatura é o elo para garantir um emprego e esquecem que a vida Universitária é muito mais gratificante que o salário que poderemos receber, é o tempo mais bem vivido de nossas vidas, é a vida se renovando e deixando excelentes lembranças, é o caminho que todos precisam percorrer.

Observação: O autor não quis se identificar.

Responsáveis: Ivana Santos e Jamile Rodrigues

Recados

*(1) A diretoria do jornal – Olá, sou o representante discente do curso de ciências contábeis e gostei da proposta do jornal. Gostaria de saber se haverá Blocos reservados aos cursos.
Seria uma boa idéia colocarmos cada curso com um espaço reservado no jornal; colocando idéias, notícias, reivindicações dentre outras coisas, ficando a cargo no curso... Ass.: Rafael Mendonça dos Santos.
(2) As garotas de Biologia – são todas bonitas e um beijo para todas vc’s! Ass.: alguém.
(3) Todos (UFS/Itabaina) – Tem um Gay no curso de Química quer saber quem é? No final do ano eu me revelo. Ass.: Alguém.
(4) Marcelo (Química/UFS)- vc é muito gato, queria te conhecer melhor, te acho um gatinho, te amo, vou te pegar!
(5) Se tiver a fim de namorar ligue pra mim, tel. 9733 8527. Ass.: Alguém (UFS/Itabaiana)
(6) As meninas de Sistema de Informação (UFS/Itabaiana) – São todo filé!!! Ass.: Alguém.
(7) Seu nome começa com “A“ (Letra – UFS/Itabaiana) – para uma linda garota do curso, que é a minha admiração. Ass.: Alguém.

Responsáveis: Ivana Santos e Jamile Rodrigues

*(Resposta para o recado (1): Rafael nós gostamos muito de sua proposta, vamos passá-la para Diretoria do Jornal, esta vai decidir em reunião mas vai depender mais dos outros representantes, que assim como você demonstre interesse de participar desse projeto. Muito obrigada Rafael, e até breve!)

A VERDADE SOBRE O PAN 2007


HISTÓRICO:
Os Jogos Pan-americanos são uma versão continental dos Jogos Olímpicos, incluindo esportes do Programa Olímpico e outros não disputados em Olimpíadas. Realizados de quatro em quatro anos, sempre um ano antes dos Jogos Olímpicos, tiveram sua primeira edição em 1951, em Buenos Aires, capital da Argentina. Porém sua origem remete a 1932, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. Inspirados pela realização, seis anos antes, dos primeiros Jogos Centro-americanos, representantes de países latino-americanos no Comitê Olímpico Internacional (COI) propuseram a criação de uma competição que reunisse todos os países das Américas, com o intuito de fortalecer o esporte na região.
A idéia deu origem ao primeiro Congresso Esportivo Pan-americano, realizado em Buenos Aires, em 1940. A princípio, o Congresso definiu que os Jogos inaugurais seriam disputados em 1942, na própria capital argentina - planos adiados pela Segunda Guerra Mundial.
Ao fim do conflito, um segundo Congresso Esportivo Pan-americano, em Londres, durante os Jogos Olímpicos de 1948, confirmou Buenos Aires como sede da primeira edição dos Jogos Pan-americanos, marcados, enfim, para 1951.
A competição foi aberta no dia 25 de fevereiro e reuniu 2.513 atletas de 21 países, com 18 esportes em disputa.
Ao longo de mais de 50 anos, os Jogos Pan-americanos jamais deixaram de ser disputados e passaram por cidades de todos os cantos do continente.

Os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro reunirão, em julho, 5.500 atletas de 42 países. Serão disputadas 2.500 medalhas, em 34 modalidades esportivas. Os competidores vão se enfrentar em 29 instalações, proporcionando um espetáculo que será visto por milhões de pessoas pela TV. Mas os números que realmente impressionam são outros. Mesmo antes da conclusão das obras o Pan do Rio conseguiu a proeza de ser o mais caro da história. Os gastos somam até agora 3,6 bilhões de reais. O custo médio das quatro edições anteriores (Santo Domingo, Winnipeg, Mar Del Plata e Havana) ficou muito abaixo: 280 milhões de reais. Ou seja, o Brasil está gastando doze vezes mais para promover o mesmo evento.
Contratos sem licitação, obras atrasadas, falta de transparência e estouro de orçamento são os principais problemas.

Os sete pecados capitais do Pan:
Os erros na organização dos Jogos Pan-Americanos resultaram em gastos muito além do previsto em obras e serviços sem licitação.

Estouro no orçamento.
Só o governo federal, que inicialmente gastaria 172,7 milhões de reais com o Pan, acabou desembolsando quase dois bilhões de reais

Contratos alterados
No Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), onde serão disputadas partidas de futebol e competições de atletismo, os contratos receberam 20 aditivos. São umas das explicações para o fato de o estádio, orçado em 168 milhões de reais, ter saído por 400 milhões de reais

Prazos descumpridos
As instalações esportivas só ficarão prontas entre junho e julho, às vésperas da competição. O Engenhão, que deveria ter sido concluído desde o ano passado, será entregue apenas em julho.

Dispensa de licitações
Como o prazo é curto, o governo do estado e a prefeitura do Rio estão fazendo acréscimos de serviços em contratos já existentes, evitando assim novas licitações. Foi o caso de uma obra de 15,5 milhões de reais da prefeitura na Vila do Pan.

Instalações não testadas
Como as obras ficarão prontas em cima da hora, não haverá tempo disponível para a realização de eventos para testar todos os locais de prova.

Desentendimento entre as partes
Em reunião para discutir questões de tecnologia, o governo federal reclamou por ter que assumir funções do Comitê Organizador (CO-Rio), temendo que improvisações de última hora resultem em vexames.

Falta de transparência
A prefeitura do Rio não forneceu dados solicitados pelo Tribunal de Contas da União (TCU).


Agora o Brasil abre candidatura para a Copa do Mundo de 2014, será que depois de organizar uma competição continental de tal forma, atrasando as obras, super gastos, mostrando problemas estruturais sérios como transporte, rodovias, segurança, etc. esta pronto para sediar competição com a magnitude de uma Copa do Mundo. Sonhar é preciso. Mas com os pés no chão. O Brasil precisa de uma melhor e mais complexa estrutura para sediar um mundial.

Fonte: Revista Veja (ed. Abril) e site do Pan-Rio

Responsável: Wesley Paes

Aguardem! A próxima edição trimestral(Outubro/Novembro) vem aí...

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